ações de empresa de Tecnologia

Em entrevista ao MoneyLab, Luis Felipe Teixeira do Amaral, gestor e fundador da Equitas, uma das maiores gestoras de renda variável do Brasil, trouxe a sua visão para a aceleração da transformação digital nas empresas e o fortalecimento do segmento de tecnologia no mercado financeiro. Durante o auge da crise do novo coronavírus, as ações de empresas de tecnologia no seu DNA ganharam força, enquanto empresas mais tradicionais viram suas ações se desvalorizarem. Agora, com o reaquecimento da economia, fica a pergunta: quem é a bola da vez? Há espaço para esses dois perfis de empresas?

O novo cenário traz possíveis oportunidades na visão da Equitas.  Como as empresas estão se adaptando a este novo comportamento dos consumidores, como por exemplo, novos canais de distribuição e utilização de análise de dados, passa a ser fundamental.

Os estímulos fornecidos pelos Bancos Centrais no Brasil e no mundo também foram abordados por Amaral, assim como a perspectivas de manutenção dos juros baixos em comparação com as taxas que vinham sendo praticadas nos anos anteriores.

“São duas tendências: a queda de taxas de juros que incentiva a busca pela renda variável e esse momento bastante propício para as empresas de tecnologia, o que levou elas terem um desempenho muito forte”, afirma Amaral.

Também durante o papo, o gestor conta o que enxerga de mudança no comportamento dos investidores e dos próprios gestores de fundos de investimentos. A Equitas, que está no mercado há 14 anos, vem investindo cada vez mais tempo e energia em tecnologia e análise de dados para suas tomadas de decisões.

Outra frente que a empresa está dando destaque é no segmento de venture capital, de olho no segmento de startups. E para concluir, o gestor dá a sua visão sobre o que esperar do ano de 2021 no universo das ações.

Por isso, dê o play e confira mais um vídeo com a autoridade e a credibilidade dos especialistas parceiros do MoneyLab.

 

 

 

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