B3

2020 pediu mais compaixão, mais empatia, mais solidariedade e muito mais responsabilidade social do setor privado. Exigiu que cada um de nós fizesse mais para ajudar a minimizar os efeitos negativos da pandemia. E isso, sim, tem sido bom.

Nenhum de nós poderia imaginar um ano inteiro em casa, isolamento social, escolas sem funcionar, comércio fechado, segunda onda e tudo o mais que estamos vivendo. Ninguém imaginou que aprenderíamos tão rapidamente a trabalhar, a estudar, a nos relacionar, a revisar e a renovar as prioridades tão rapidamente.

Nós, aqui na bolsa do Brasil, participamos desse movimento. Respondemos ao desafio, ajudamos e levamos esse compromisso para além das nossas portas, para além dos nossos mercados.

Nosso primeiro olhar garantiu uma transição segura para as nossas pessoas, quando colocamos 90% dos nossos times em trabalho remoto. A volta vem sendo gradual, com muita orientação e cuidado, treinamento obrigatório de retorno, testes de imunidade para quem retorna, ajuda de custo  diária para o uso de um meio de transporte individualizado , prédios sinalizados e, acima de tudo, flexibilidade para entender a segurança de cada um em retomar a antiga rotina, ainda que parcialmente. De março para cá, foram mais de 60 e-mails de orientação, aproximadamente 40 reuniões, e pelo menos 10 vídeos.

A B3, por meio da B3 Social, doou R$50 milhões para a campanha #LadoB. Apoiamos 47 hospitais públicos e de campanha, em iniciativas como a compra de equipamentos de UTI, de EPIs, pesquisas para aprimorar a capacidade de testagem e construção de fábricas de vacina. Doamos 50 mil cobertores. Fizemos parcerias com organizações para conceder crédito a mais de 5.700 microempreendedores, e tivemos uma atuação com grupos específicos como negócios de impacto, agricultores sustentáveis, empreendedores periféricos, mães solo e/ou outros públicos vulneráveis. Doamos mais de 120 mil cestas básicas para famílias em 19 estados e 58 mil cartões alimentação.

Dentro de casa, mobilizamos 1.070 funcionários em diferentes ações de voluntariado. Em uma das etapas, encorajamos nossas pessoas a indicarem instituições sociais de todo o Brasil que estivessem atuando de forma sólida e consistente para combater os efeitos da pandemia. Foram 163 indicações e 86 foram beneficiadas. No total, doamos recursos a 125 projetos, em 21 Estados e mais de 700 mil beneficiários.

O nosso negócio, que viabiliza o financiamento das empresas, apoia novos projetos e participa da geração de emprego e renda, se manteve relevante para a economia do país. Temos hoje inéditas 3,2 milhões de pessoas investindo na bolsa de valores, mesmo em um contexto de pandemia. Novas empresas, dos segmentos mais tradicionais aos mais inovadores, acessam a mesma bolsa para financiar seus projetos. Um novo hub de educação financeira nos permitiu dar informações de qualidade a mais de 100 mil cadastrados e mais de 350 conteúdos próprios e de parceiros.

Mas isso foi 2020.

O quê disso tudo queremos carregar para 2021?

A B3 e a B3 Social continuarão, no ano que vem, ampliando o investimento social privado em um dos nossos principais pilares: a melhoria estrutural da educação pública brasileira e também na contribuição para a redução das desigualdades em nosso país por meio de ações assistenciais e/ou emergenciais que atendam às necessidades latentes das populações mais vulneráveis. 

Na nossa causa, a bolsa do Brasil tem o compromisso de trabalhar pelo desenvolvimento do país. Ao longo desse ano que termina, pudemos contribuir com um pedacinho do esforço para minimizar os efeitos da pandemia, especialmente no dia a dia de quem mais precisou. Nosso compromisso é que esse lado bom de 2020 continue guiando as nossas ações em 2021.

Assinado: B3

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