SÃO PAULO – O noticiário corporativo tem como destaque nesta sexta-feira (26), mais uma vez, a temporada de resultados, com os números de Sabesp, CPFL, Ser Educacional, Mosaico.

No radar de recomendações, a CSN Mineração teve a recomendação iniciada como compra pela XP e elevou o preço-alvo para CSN. A Fitch também elevou o rating da CSN.

A notícia do Valor de que a Polícia Civil do Rio de Janeiro instaurou inquérito policial para investigar a suposta omissão fraudulenta de informações relevantes aos acionistas e investidores da Vale, que teria sido praticada pelo atual CEO da empresa, Eduardo Bartolomeo, a compra de ativos pela Afya e mais destaques a seguir:

CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3)

A agência de classificação de risco Fitch informou nesta quinta-feira que elevou o rating de crédito da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) de B+ para BB-.

“Os ratings da CSN refletem os sólidos negócios de minério de ferro da empresa e a forte posição no mercado brasileiro de aços planos, bem como a competitividade de custos desses negócios”, afirmou a Fitch, que citou ainda os esforços da CSN para fortalecer substancialmente sua estrutura de capital.

Já a sua subsidiária, a CSN Mineração, teve a cobertura das ações iniciada pela XP com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 14 por ação. “Nossa recomendação é baseada principalmente em uma visão positiva sobre os preços das commodities e os volumes da empresa daqui para frente, seguindo seus projetos de expansão. Esperamos um crescimento expressivo da produção da companhia nos próximos anos”, avaliam os analistas.

O preço-alvo da CSN foi atualizado para  R$ 55 por ação, com a tese se baseando em uma perspectiva otimista acompanhando o potencial de alta do segmento de mineração, na qual a holding tem participação de 79%, além de um ambiente saudável para os preços do aço.

Vivo (VIVT3

Em comunicado, a Telefônica Brasil, dona da marca Vivo, informou nesta quinta-feira que assinou acordo vinculante com a administradora de programas de fidelidade Dotz. Pelo acertado, a Telefônica Brasil terá o direito de receber de alguns acionistas uma fatia minoritária da Dotz, a depender do atingimento de metas acordadas.

“Através desta iniciativa, a Vivo reforça seu posicionamento como um hub de serviços digitais, alavancando-se na capilaridade de seus canais de venda e força da marca, para oferecer serviços e benefícios a seus clientes em diferentes áreas, além de aumentar a participação da companhia em negócios de alto valor”, afirmou a Telefônica Brasil.

O anúncio ocorre pouco mais de um mês após a Dotz, que opera programas de recompensas em parceria com emissores de cartão de crédito, supermercados e farmácias, ter pedido registro para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

Com sede em Belo Horizonte (MG), a Dotz afirmou então que pretendia usar os recursos do IPO para comprar empresas e desenvolver seus negócios.

CPFL Energia (CPFE3

A CPFL Energia registrou lucro líquido de R$ 989 milhões  no quarto trimestre de 2020, alta de 15,5% ante mesmo período de 2019, ajudada por efeitos de um acordo entre empresas de energia e o governo sobre o chamado risco hidrológico na operação de usinas.

A companhia, que opera empresas de distribuição e tem negócios em geração, energia renovável, transmissão e comercialização, fechou o ano completo de 2020 com ganhos de 3,70 bilhões de reais, salto de 34,9% em base anual, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira.

Os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) atingiram R$ 1,9 bilhão entre outubro e dezembro, aumento de 10,4% frente aos mesmos meses de 2019. No ano, o Ebitda subiu 6%, para R$ 6,78 bilhões.

A CPFL Energia somou uma receita operacional líquida de R$ 9,274 bilhões no quarto trimestre, alta de 15,6% em comparação anual. No total do ano, a receita foi R$ 30,898 bilhões, crescimento de 3,2%.

A companhia destacou no último trimestre o resultado dos negócios de geração, que encerraram com lucro líquido de R$ 502 milhões, acima dos R$ 354 milhões de 2019.

Houve também retomada no volume de vendas de energia, que cresceu 1,8% no quarto trimestre em relação ao mesmo período de 2019, puxado pelos clientes residenciais, que apresentaram aumento de 5,5%.

No ano como um todo, no entanto, a venda de energia recuou 3,1% o devido às quedas de 5,6% e 10,1% no consumo da indústria e do comércio, respectivamente. Já o consumo residencial foi impulsionado pelo isolamento social e subiu 2,9%.

A CPFL e outras elétricas foram apoiadas ao longo de 2020 por uma operação costurada pelo governo que viabilizou bilhões de reais em empréstimos bancários para distribuidoras de energia. A operação visou aliviar impactos da crise para as empresas, enquanto também postergou aumentos de tarifas para os consumidores, que pagarão os financiamentos em cinco anos.

Em paralelo aos resultados, a CPFL divulgou um novo plano de investimentos para os próximos cinco anos, que prevê aportes totais de R$ 15,22 bilhões até 2025, contra uma previsão anterior de R$ 13,5 bilhões. Somente em 2021 os investimentos estão estimados em R$ 3,4 bilhões, sendo R$ 2,5 bilhões para a área de distribuição. As projeções vêm após um aporte recorde da empresa em 2020, de R$ 2,8 bilhões, o que representou aumento de 24,6% na comparação com 2019. A área de distribuição da elétrica recebeu R$ 2,3 bilhões.

O Credit Suisse classificou os resultados operacionais da CPFL Energia como bons, impulsionados por uma performance de custos razoável. O banco destacou os dividendos de R$ 1,731 bilhão, um rendimento de 4,9%.

Segundo o banco, os gastos totais subiram 16,3%, frente a expectativa do Credit de 9%. As despesas com pessoal, material, serviços e outras subiram 13,6%, em linha com a expectativa do Credit. A taxa de perdas consolidada continuou estável, em linha com a expectativa do banco.

O banco mantém recomendação outperform (expectativa de valorização dentro da média do mercado), com preço-alvo de R$ 40,3, frente a R$ 30,77 de fechamento na quinta.

O Itaú BBA classificou os resultados da CPFL no quarto trimestre como sólidos, com o Ebitda recorrente levemente acima de sua estimativa devido a resultados acima do esperado na divisão de distribuição. O banco destaca que a empresa propôs dividendo de R$ 1,731 bilhão para os resultados de 2020, abaixo de sua expectativa, de R$ 3,5 bilhões.

O banco diz esperar uma reação negativa do mercado aos dividendos menores do que o esperado, apesar do bom desempenho da empresa. O banco mantém avaliação de outperform, e preço-alvo de R$ 37, frente aos R$ 30,77 negociados na quinta.

Sabesp (SBSP3

A Sabesp, por sua vez, teve lucro líquido de R$ 831,5 milhões no quarto trimestre de 2020, queda de 21,3% sobre o lucro líquido de RS 1,05 bilhão que registrou em igual período de 2019. O lucro em 2020 caiu 71,1%, a R$ 973,3 milhões, ante R$ 3,36 bilhões em 2019.

A receita operacional líquida alcançou R$ 4,88 bilhões nos últimos três meses de 2020, alta de 4% ante o resultado de um ano antes. Em 2020, a receita totalizou R$ 17,7 bilhões, queda de 1,0% sobre 2019.

O Ebitda ajustado do quarto trimestre foi de R$ 1,84 bilhão, 6,9% maior ante o mesmo trimestre de 2019. Para 2020, o Ebitda ajustado da Sabesp foi de R$ 6,42 bilhões, queda de 14,5% sobre um ano antes.

O Credit Suisse aponta que os resultados da companhia de saneamento foram bons, porem não devem ser um catalisador para o papel. Os resultados vieram melhores do que as nossas expectativas frente a uma melhoria na média de tarifas com boa performance de custos. A companhia ainda anunciou os dividendos para 2020 totalizando R$ 271,9 milhões, o que traduz a um dividend yield (valor do dividendo sobre a ação de 0,9%), com a ação ficando ex-dividendos no dia 30 de abril.

Os analistas do banco suíço apontam que a combinação de atualizações sobre a privatização combinadas com boa governança, melhoras no projeto de lei de saneamento e os resultados da revisão de tarifas continuam sendo os principais catalisadores para a companhia.

Ser Educacional (SEER3

A Ser Educacional lucrou R$ 121,5 milhões no quarto trimestre de 2020, revertendo prejuízo de R$ 2,5 milhões no mesmo período de 2019. Os valores referem-se aos atribuíveis aos controladores.

Já a receita líquida somou R$ 329,4 milhões nos últimos três meses, queda de 6% ante os R$ 350,3 milhões em igual período de 2019.

O Ebitda ajustado somou R$ 75,6 milhões no último trimestre do ano passado, ante Ebitda de R$ 81 milhões em igual período de 2019.

Segundo a XP, os resultados foram melhores do que o esperado em um trimestre repleto de eventos não recorrentes e receitas líquidas estritamente em linha com as estimativas, com as provisões para devedores duvidosos abaixo do esperado ajudando a margem Ebitda ajustada a permanecer estável em relação ao ano anterior e 5,0pp acima da expectativa dos analistas.

No entanto, houve uma deterioração de 37% nos dias de contas a receber líquidos que saltaram para 118 dias no quarto trimestre de 2020 de 86 dias no mesmo período do ano anterior.

“Continuamos cautelosos quanto ao desempenho do ensino presencial que, a nosso ver, deve compensar o desempenho positivo no ensino à distância, nos levando a reiterar nossa recomendação neutra e preço alvo de R$ 17 por ação”, destacam os analistas.

Mosaico (MOSI3)

A Mosaico teve lucro líquido de R$ 26,5 milhões no quarto trimestre de 2020, 57,2% menor na comparação anual. De acordo com a companhia, o resultado foi impactado pela compra do Buscapé e o efeito do imposto diferido decorrente do prejuízo fiscal de exercícios anteriores. Ajustando por esse efeito, o lucro foi 36,4% menor.

No ano, o lucro líquido foi de R$ 60,4 milhões, queda de 5,5% ante 2019.

A receita líquida teve alta de 29,5% nos últimos três meses do ano, a R$ 70,6 milhões; em 2020, a alta foi de 103,1%, a R$ 113,8 milhões. Já o Ebitda foi de em R$ 12 milhões no trimestre, queda de 77,7% ante 2019.

As vendas brutas totais (GMV, na sigla em inglês) originadas para os lojistas parceiros totalizaram R$ 1,2 bilhão no período, alta de 37,3% no comparativo anual, enquanto a média de visitantes únicos cresceu 40,9%, para 30,5 milhões.

No ano, o GMV totalizou R$ 4,2 bilhões, um crescimento de 122,3% na comparação com 2019. O desempenho é explicado por uma conjunção de três fatores: a aceleração causada pelos efeitos da pandemia da Covid-19 no mercado de comércio eletrônico no Brasil durante o ano de 2020; a aquisição de Buscapé, consolidada a partir de novembro de 2019; e a eficiência operacional da companhia, que manteve a intensidade de seus esforços na criação de conteúdo, melhoria da experiência do usuário e qualificação de tráfego.

A Mosaico ainda anunciou que planeja lançar o serviço de cashback em maio de 2021. O objetivo é aumentar a presença da empresa na fase final da jornada de compras permitindo incrementar o GMV originado para os lojistas parceiros, elevar a recorrência das visitas em suas plataformas e aumentar a quantidade de dados sobre os consumidores.

Segundo a XP, a Mosaico reportou resultados fracos referentes ao quarto trimestre de 2020, mas em linha com as estimativas de Receita e Ebitda e com lucro bastante acima do esperado pelos analistas por conta de um impacto positivo não recorrente de um imposto diferido decorrente do prejuízo fiscal de exercícios anteriores.

“Já esperávamos um resultado mais fraco, com uma desaceleração de crescimento relevante, por conta da antecipação de consumo da categoria de eletrônicos e linha branca ao longo do ano, levando a um perfil de compras atípico na Black Friday (maior participação de categorias com preços menores como vestuário, cama/mesa/banho e beleza e saúde). Isso se traduz em uma base forte de comparação de resultados, com o quarto trimestre de 2019 tendo representado cerca de 50% da receita de 2019 versus o quarto trimestre de 2020 em 30%. Além disso, os preços da categoria foram impulsionados pela desvalorização do real, o que combinado uma dificuldade de reposição de estoque por conta de impactos na produção da indústria decorrente do Covid-19, levaram os consumidores a postergarem sua decisão de consumo”, avalia a XP.

Contudo, eles veem uma tendência positiva para frente devido: i) sinalização dos principais players de e-commerce de uma manutenção de forte crescimento de GMV de primeiro trimestre de 2021; ii) demanda reprimida da categoria de eletrônicos e linha branca evidenciada pela forte crescimento de criação de alertas em novembro e dezembro de 2020; iii) ambiente competitivo acirrado do setor de e-commerce favorece players como a Mosaico (que geram tráfego para eles); e iv) observação de uma atividade promocional mais intensa ao redor da Semana do Consumidor, o que pode favorecer a conversão de vendas pelos consumidores.

Além disso, a companhia possui diversas iniciativas que devem contribuir positivamente para os resultados como o lançamento do cashback em maio de 2021, o que deve contribuir para uma maior conversão de vendas e recorrência; início de produção de conteúdo no Buscapé, o que deve contribuir para maior retenção de tráfego orgânico na plataforma; reforço das informações disponibilizadas dos varejistas, incluindo dados como frete e promoções; entre outras. A recomendação é de compra e com preço-alvo para o fim de 2021 de R$ 38 por ação para MOSI3.

Alper Consultoria e Corretora de Seguros (APER3)

A Alper Consultoria e Corretora de Seguros divulgou seus resultados para o quarto trimestre de 2020. O prejuízo líquido ajustado foi de R$ 214 mil no trimestre. No ano, a empresa teve lucro líquido de R$ 5,135 milhões, alta de 51,6% frente ao ano anterior.

A receita líquida foi de 28,424 milhões, alta de 13,2% frente ao mesmo período do ano anterior. Em 2020, a alta foi de R$ 104,06 milhões, alta de 14,2%.

O lucro bruto no trimestre foi de R$ 25,594 milhões, alta de 8,8% frente ao mesmo período do ano anterior. Em 2020, foi de R$ 94,229 milhões, alta de 10,4% frente ao ano anterior.

O Ebitda ajustado ficou em R$ 4,633 milhões no quarto trimestre, alta de 17% frente ao mesmo período do ano anterior. Em 2020, foi de R$ 77,542 milhões, alta de 4,3% na comparação anual.

SLC (SLCE3) e Terra Santa (TESA3)

A SLC Agrícola, uma das maiores produtoras agrícolas do país, anunciou acordo para incorporar as ações da rival Terra Santa Agro, em uma transação que deve envolver valores de R$ 753 milhões e possibilitará maior geração de valor para as empresas, informaram as companhias nesta sexta-feira.

O acordo, anunciado previamente após a divulgação de memorando de entendimento em novembro, deverá ainda melhorar a estrutura de capital e permitir aumento da produção e redução de custos nas fazendas detidas pela Terra Santa em Mato Grosso, Estado que é o maior produtor de grãos e oleaginosas do Brasil.

A SLC havia informado antes que o acordo tem potencial para incrementar em aproximadamente 130 mil hectares sua área de plantio. A área de plantio da SLC para a safra 2020/21 foi estimada em 468,2 mil hectares, aumento de 4,4% no comparativo anual.

Segundo as empresas, considerando os ajustes definidos no acordo, o valor total atribuído à operação agrícola da Terra Santa (excluído o valor das terras e benfeitorias) é equivalente a R$ 550 milhões, acrescido de cerca de R$ 203 milhões de outros ativos, totalizando aproximadamente R$ 753 milhões, que refletem a apuração de contas de capital de giro, entre outros ativos.

A relação de troca da incorporação de ações considera um valor líquido de R$ 65 milhões, sendo o remanescente equivalente a assunção de dívida e/ou caixa, conforme divulgado previamente.

 

Vale (VALE3)

Segundo informações do Valor Econômico, a Polícia Civil do Rio de Janeiro instaurou inquérito policial para investigar a suposta omissão fraudulenta de informações relevantes aos acionistas e investidores da Vale, que teria sido praticada pelo atual CEO da empresa, Eduardo Bartolomeo, e por atuais executivos e ex-diretores da mineradora durante a constituição de uma joint venture com a empresa BSGR, em 30 de abril de 2010, com o propósito de explorar minério de ferro dos lotes 1 e 2 da mina de Simandou, na África Ocidental.

A empreitada envolveu US$ 2,5 bilhões em valores de época, com a aquisição de 51% dos ativos pela Vale e o adiantamento de US$ 500 milhões da companhia brasileira à BSGR, empresa que pertence ao bilionário israelense Benjamin Steinmetz. A sociedade acabou desfeita em 2014 e teve início uma conturbada disputa judicial internacional.

Afya (Nasdaq)

A Afya, grupo educacional brasileiro listado no Nasdaq, anunciou nesta quinta-feira, 25, a aquisição de 100% do capital social total da Medicinae, startup especializada em pagamentos de saúde e serviços financeiros, por meio de sua subsidiária integral Afya Participações. A operação foi fechada por R$ 5,6 milhões, pagos em dinheiro.

Segundo a empresa, a aquisição ampliará os serviços digitais de saúde da Afya, pois oferece uma plataforma financeira única que permite aos profissionais de saúde de todo o País administrar suas receitas de forma eficiente e escalável por meio do FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios). “A Medicinae alivia uma série de desafios no setor de pagamentos de saúde, pois reduz longos ciclos de pagamento para profissionais e consolida informações financeiras, melhorando a experiência financeira do consumidor”, diz a companhia.

“Esta aquisição nos dará vantagens para aprimorar nossas ofertas de serviços digitais, pois resolve os desafios financeiros dos profissionais de saúde. Combinando a solução Medicinae com a escala da Afya, poderemos crescer mais rapidamente e continuar a oferecer o melhor conjunto de serviços para médicos no Brasil”, aponta Virgílio Gibbon, CEO da Afya, em comunicado.

De acordo com a companhia, a startup tem mais de 1.420 usuários cadastrados, R$ 76 milhões em transações anuais e cresce 11 vezes em receita desde 2018.

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Petrobras recebeu na quinta decisão favorável da Câmara de Arbitragem do Mercado, que acolheu um pedido de impugnação realizado pela empresa e dissolveu o tribunal arbitral que havia proferido sentença parcial em processo instaurado pelos fundos de pensão Petros e Previ, informou a companhia. A decisão, segundo a Petrobras, reconhece a nulidade da sentença parcial na arbitragem, confirmando decisão proferida pela 5ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro em novembro do ano passado.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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